Prefeita de Campos, Rosinha Garotinho.
“Muitas pessoas não se dão conta da gravidade da crise econômica das cidades em todo o Brasil. Das 5.565 cidades, temos no país 580 tão afetadas pela crise, a ponto das Prefeituras não terem condições de pagar os salários dos funcionários. Têm prefeituras que já estão com pagamentos atrasados há três meses. Em Campos, graças à experiência administrativa da Prefeita Rosinha Garotinho, adquirida como governadora do Estado, estão mantidos todos os serviços públicos e não foi fechada nenhuma escola, nenhum hospital, nem mesmo nenhuma Unidade Básica de Saúde”. A declaração foi feita pelo secretário municipal de Governo, Anthony Garotinho, durante entrevista numa emissora de rádio neste sábado (12).

O secretário chamou a atenção que as medidas preventivas adotadas pela Prefeita Rosinha para enfrentar a crise têm sido importante para manter os serviços públicos funcionando. “Manter o serviço de limpeza pública no mesmo padrão de qualidade na cidade e no interior do município, manter em funcionamento todas as escolas, com merenda de alta qualidade, manter a Guarda Civil prestando todos os serviços, como na orientação do trânsito e nas ruas com viaturas fazendo a Ronda Escolar, manter todos hospitais abertos, funcionando. Tudo isso somente é possível neste período de crise, com muita capacidade administrativa. Para que as pessoas tenham ideia, somente as Secretarias de Educação e de Saúde têm mais de 5 mil funcionários cada uma e não é fácil manter tudo funcionando se não houver competência administrativa”, observou Garotinho.

Garotinho lembra que desde outubro de 2014, quando se percebeu os sinais do recrudescimento da crise, ante o cenário que desenhava a crise política no governo federal, bem como no mercado internacional do petróleo, que afetaria a economia do Brasil e mais drasticamente a receita oriunda do petróleo e participação especial, a Prefeita Rosinha, na ocasião presidente da Ompetro (Organização dos Municípios Produtores de Petróleo da Bacia de Campos), alertou aos Prefeitos sobre a necessidade da adoção de medidas preventivas.

– Naquele momento a Prefeita percebia as dificuldades que viria pela frente e, embora as medidas tivessem que ser duras, como a redução de despesas, que implicou, por exemplo, na restrição de contratos com empresas prestadoras de serviços, dispensa de pessoal e redução do ritmos das obras, que passaram a ser realizadas conforme a realidade do orçamento, que foi reduzido de R$ 2,5 bilhões para R$ 1,7 bilhões. Estamos obtendo êxito no enfrentamento da crise em Campos, porque fomos sinceros coma a população, mostramos o quadro que o país e as Prefeituras enfrentariam e anunciamos de forma sincera e transparente as medidas que teriam que ser adotadas e, assim, governando com seriedade e responsabilidade, venceremos a crise – destacou o secretário de Governo Garotinho.

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