Foto via Sim São Gonçalo
As 13 escolas de samba de São Gonçalo, na região Metropolitana do Rio, não vão desfilar na cidade neste carnaval. Para economizar, o prefeito Neilton Mulim (PR) vai suspender o repasse de verbas às agremiações.

A prefeitura teria que desembolsar mais de R$ 1 milhão para a Festa de Momo, incluindo ainda montagem de estrutura e da passarela do samba.

Mas os cortes não param por aí. Os bailes populares não serão realizados tradicionalmente nos 40 bairros. A princípio, a ideia é que haja batuque em apenas 18 localidades.

E a criançada que quiser jogar confete e serpentina vai ter que sair do município. Os bailes matinês patrocinados pela prefeitura também serão cortados.

Prioridade
Às escolas, o prefeito justificou que precisa concentrar investimentos na Saúde. Ainda mais porque o número de pacientes nos prontos-socorros subiu 50% por causa da crise no estado.

Prejuízo
As agremiações prometem armar um sambão hoje, na porta da prefeitura. Algumas alegam que já estão com 80% dos preparativos concluídos.

Folia à venda
Já em Duque de Caxias, para não cancelar o carnaval, o prefeito Alexandre Cardoso (PSD) está procurando quatro empresas para financiarem a festa. Em contrapartida, elas poderão vender espaço para barraquinhas.

Nova Iguaçu e Queimados já anunciaram que, este ano, a crise não vai abrir alas para a folia.

Fonte/texto: Extra, Extra - Jornal Extra