Diney Marins é vereador reeleito em São Gonçalo | Foto: Divulgação
Em entrevista ao blog A política RJ, o vereador reeleito e atual presidente da Câmara Municipal de São Gonçalo nesta legislatura, o vereador Diney Marins, fala do trabalho que tem feito à frente da Presidência da Câmara e sua atuação como vereador.

Na presidência da Câmara neste mandato, quais ações o senhor destaca que foram importantes para o legislativo?

Como presidente deixo como legado a nova sede da Câmara ( prédio do antigo Fórum), a implantação do Plano de Cargos e Salários, a Ouvidoria e a Coordenadoria de Defesa do Consumidor (Codecon). Como vereador:  fiz mais de 500 indicações legislativas, criei leis que tiveram grande repercussão como a criação do Banco de Remédio no município e a para quem fez cirurgia bariátrica, que paga metade em rodízios e a la carte, entre outras.

Já tem algum projeto para levar à Câmara Municipal?

Sim. Vamos seguir fazendo projetos para acessibilidade do município, e outros que tenham o princípio do cooperativismo, como o projeto do Banco de Remédios, que as pessoas tem em casa medicamentos que podem doar para o banco. Assim como este vamos fazer em diversas áreas, para evitar o desperdício e ajudar o próximo.

No próximo ano os vereadores escolherão a nova presidência da Câmara. Qual o posicionamento do senhor sobre essa eleição?

Ninguém é candidato de si mesmo. Ser presidente depende de diversos fatores. Primeiro agrupar uma agenda comum para atender o interesse da população de acordo com os vereadores eleitos. E também, formar um consenso para manter o legislativo independente do executivo como fizemos na atual legislatura.

Hoje, muitas sessões da Câmara não sem feitas por falta de quórum, além da falta dos parlamentares, há uma baixa produção legislativa. Qual é sua opinião sobre isso?

Nessa legislatura batemos todos os recordes de produção legislativa. Votamos por diversas vezes 50 projetos de lei por sessão, realizamos Audiências Públicas de relevância para a população e que tiveram resultado como o caso da Ampla, que foi feita uma carta com as solicitações para melhora do serviço e muitos dos compromissos foram cumpridos. E, neste momento de eleição, você pode comparar com qualquer Casa Legislativa, a baixa de produção e presença de vereadores. Mas, o trabalho do vereador não é só presença na plenária, ele tem que fiscalizar o trabalho do executivo, também fazendo requerimentos.

O que o gonçalense pode esperar do mandato de Diney Marins na próxima legislatura? 

Vou reforçar o meu compromisso com a cidade. O papel de vereador de fiscalizar os serviços públicos, as empresas prestadoras de serviços que prestam um péssimo serviço. Como exemplo, a Ampla e a Cedae. Temos que rediscutir o papel delas na cidade. Assim como fizemos nessa legislatura a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Ampla.